.

Seguidores

.

.

quinta-feira, 29 de setembro de 2016

O dom é de Deus, mas o potencial para realizar está em nós




Por Levi Costa

Alguns acham que por serem crentes não podem crer em si mesmos naquilo que diz respeito às suas potencialidade de vida. Mas, a nossa fé em Deus em nada elimina a fé em nós também, ou seja, a confiança que devemos ter em nossas próprias potencialidades pessoais.

Quando o anjo chega a Gideão lhe diz três coisas para as quais devemos atentar muito bem, pois dizem respeito a nós também, disse o anjo: "O Senhor é contigo, varão valoroso, vai nesta tua força" (Jz 6.13,14), é o mesmo que dizer: "Você não está só; você tem valor; você é capaz."

Então, porque ficar esperando que Deus faça tudo por nós? Após Deus criar todas as coisas no princípio, ao final Ele criou também o homem, Adão, e disse para este que desse nome aos demais seres criados (Gn 2.19). Com isso, podemos concluir que o poder de criar pertence a Deus, mas Deus não excluiu Adão de fazer parte dessa obra, Ele deixou para o homem o trabalho de nomear os seres criados, o que requer um grande potencial criativo.

Portanto, nós, seres humanos, temos todo um potencial dado pelo Criador para ser devidamente utilizado para aquilo que for útil e proveitoso, a questão é, nós cremos realmente em nosso potencial de vida como um dom de Deus? Eu sei que muitos podem dizer que esse pensamento parece meio que esotérico, tipo Nova Era, algo místico ou coisa do tipo. NÃO! Ao contrário, diz repeito a nossa humanidade em potencial, ser um crente não elimina o ser humano, com todas as suas características pessoais.

Outro exemplo, é a construção da torre de babel, Deus mesmo disse de seus idealizadores: "Eles são um só povo e falam uma só língua, e começaram a construir isso. Em breve nada poderá impedir o que planejam fazer." (Gn 11.6), então veja, o próprio Deus disse: "nada poderá impedir o que planejam fazer", isso se chama "potencial de realização", é fazer algo focado em um objetivo final. Isso pode ser tanto para o bem quanto para o mal, depende de qual lado se está.

Entenda uma coisa, o DOM é de Deus, mas Ele nos deu a capacidade de realização, mediante o dom recebido como seres criados à imagem e semelhança do Criador. Paulo faz Timóteo lembrar dessa verdade ao dizer-lhe: "Por cujo motivo te lembro que despertes o dom de Deus que existe em ti pela imposição das minhas mãos". (2 Tm 1.6).

Portanto, VAI NESTA TUA FORÇA E...

Computador leva 40 minutos para “pensar” um segundo




Não chega aos pés do original

Um supercomputador japonês fez a simulação mais precisa da atividade cerebral humana já realizada. A máquina precisou de 40 minutos para calcular o equivalente a 1 minuto do que acontece no cérebro humano. Os pesquisadores utilizaram o K, considerado o quarto computador mais potente do planeta, para simular a atividade do cérebro humano. O computador tem 705.024 processadores e 1,4 milhão de GB de memória RAM, mas ainda precisou de 40 minutos para processar as informações de um segundo da atividade cerebral. O projeto, realizado pelo grupo de pesquisa japonês RIKEN, a Universidade de Ciência e Tecnologia de Okinawa e o Forschungszentrum Jülich, um centro de pesquisa interdisciplinar alemão, foi a maior simulação da rede neural já realizada. Ele usou a ferramenta de código aberto Neural Simulation Technology (NEST) para reproduzir uma rede equivalente a 1,73 bilhão de neurônios unidos por 10,4 trilhões de sinapses.

Apesar de gigantesca no tamanho, a reprodução representa apenas 1% da rede neural no cérebro humano. O objetivo do projeto, mais do que realizar novas descobertas sobre o órgão, era testar os limites da tecnologia de simulação e as capacidades do computador K.

Os pesquisadores foram capazes de obter informações que irão ajudar na construção de um novo software de simulação. A pesquisa também irá oferecer a neurocientistas uma prévia do que poderá ser conseguido no futuro com a próxima geração de computadores, que irá usar os chamados processos de exoescala.

Os computadores de exoescala conseguem realizar um quintilhão de operações de pontos flutuantes por segundo, capacidade considerada equivalente à do cérebro humano. Espera-se que, com essas máquinas, a ciência consiga realizar uma simulação em tempo real da atividade cerebral.

A Intel afirma que planeja lançar até 2018 um computador que consiga realizar processos de exoescala. “Se computadores de petoescala como o K são capazes de reproduzir 1% da rede de um cérebro humano, acreditamos que será possível reproduzir todo o cérebro, com todos os seus neurônios e sinapses, com computadores de exoescala”, afirmou Markus Diesmann, um dos cientistas do projeto.

Fonte: Exame

Neurônios entram em sintonia para que cérebro funcione

Na hora de realizar tarefas complexas, há algo a mais de que o cérebro precisa: ritmo. Segundo estudo feito na Universidade da Califórnia em Berkeley, nos Estados Unidos, ritmos corticais fazem com que grupos de neurônios espalhados por diversas regiões do cérebro sejam convocados para realizar uma atividade coordenada, como se fossem um regente conduzindo as várias seções de uma orquestra. O estudo será publicado esta semana no site e sairá em breve na edição impressa da revista Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS). Os atos mais simples, como abaixar para apanhar uma folha de papel, exigem uma coordenação notável de múltiplos grupos de neurônios, de modo a perceber o objeto, a distância que ele se encontra, quando usar os músculos necessários para abaixar, esticar o braço, agarrar a folha e assim por diante.

Os neurocientistas ainda não sabem bem como esses grupos de células cerebrais dispersas em regiões diferentes e distantes umas das outras ligam-se entre si de modo que tarefas simples ou complexas possam ser realizadas. “Um dos principais problemas atuais da neurociência é compreender como saímos de bilhões de neurônios distintos e independentes, de um lado, para, do outro, um cérebro unificado capaz de atuar em um mundo complexo”, disse Jose Carmena, professor assistente do Departamento de Engenharia e Ciências da Computação, um dos autores do estudo.

A ideia de grupos de neurônios anatomicamente dispersos, mas funcionalmente relacionados, foi descrita pela primeira vez pelo neurocientista canadense Donald Hebb, em 1949, no livro The Organization of Behavior. “Ele basicamente disse que neurônios isolados não são as unidades mais importantes na operação cerebral e que o que realmente importa é a montagem das células”, disse Ryan Canolty, outro autor do estudo.

Hoje se sabe que grupos de neurônios não apenas precisam trabalhar em conjunto para a realização de uma determinada tarefa, mas que esses grupos têm que unir forças com outros, em partes distintas do cérebro, como em regiões responsáveis pela cognição e pelo controle dos movimentos do corpo. [...]
“Se os neurônios se importassem apenas com o que ocorre em seu ambiente local, seria difícil fazer com que trabalhassem em conjunto caso estivessem em diferentes áreas corticais. Mas quando múltiplos neurônios, espalhados por todo o cérebro, são sintonizados em um padrão de atividade elétrica em uma frequência específica, então sempre que o padrão de atividade global ocorrer esses neurônios podem atuar em um agrupamento coordenado”, disse Canolty. [...]

Fonte: Diário da Saúde, Via Criacionismo.com

terça-feira, 27 de setembro de 2016

O Estado é laico, mas não é laicista, nem evangélico, é do povo brasileiro!

Por Levi Costa

Um dos grandes problemas no Oriente Médio é a dominação à força do chamado estado islâmico. O termo estado islâmico refere-se aos Estados que adotaram o Islã, mais especificamente a Sharia ou "Lei de Deus", tal como os seus fundamentos ideológicos para a sua instituição política. A real intenção dos radicais islâmicos é querer subjugar as demais nações ao seu governo e regime "teocrático" e totalitário.

Com isso, eu fico a pensar em nosso caso político brasileiro, ou seja, muitos evangélicos sonham com um presidente "evangélico" no governo do Brasil, por quê? Para qual propósito? Fazer do país um tipo de "Estado Evangélico", que venha ignorar os que não o são, e até mesmo impor a "nossa doutrina" a todos, quer queiram, quer não?

Por outro lado, enquanto não temos tal presidente dentre os nossos, ficamos a fiscalizar, rotular e a criticar esse ou aquele candidato que não preencha os pré-requisitos da nossa "cartilha", ou seja, em caso contrário, não serve para nós, mas o que dizer então daqueles (a maioria) que não confessam o nosso credo? Como legítimos cidadãos, eles também cumprem os seus deveres e obrigações com o Estado assim como nós, tendo, portanto, os mesmos direitos garantidos que nós.

Um exemplo clássico nessa questão é o dia 12 de outubro, Feriado Nacional, dia de aparecida, tida pelos católicos como padroeira do Brasil. Isso é questionado com veemente protesto por evangélicos em geral. Mas, por outro lado, queremos oficializado o dia da Bíblia, o dia do evangélico, etc,. E se os espíritas quiserem oficializar, por exemplo, "o dia de Allan Kardec"? E se outros reivindicarem "o dia de Zumbi dos Palmares", feriado nacional? E aí? Vamos protestar igualmente com a mesma veemência de sempre. Mas, não é isso que fazem os radicais em outros países? 

Lembremos que Jesus disse de seus discípulos ao Pai: "Não peço que os tires do mundo, mas que os livres do mal. Não são do mundo, como eu do mundo não sou." (Jo 17.15,16). Também disse dele "... O meu reino não é deste mundo" (Jo 18.36a).

O Brasil é uma Nação de grande miscigenação: europeia, africana, indígenas, etc,. Portanto, o Estado é laico, mas não é laicista, nem evangélico, é de todos nós igualmente. Quem governa, governa para todos e não para um segmento específico da sociedade, seja ele qual for. É ele o "governo do povo, pelo povo e para o povo", O POVO BRASILEIRO!

O FILÓSOFO E DEUS - VI

6º - Einstein (O último desta série). 

A Teoria da Relatividade de Albert Einstein constitui indiretamente a primeira critica radical da física moderna (newtoniana) e do paradigma mecanicista, superando idéias clássicas como as de espaço e tempo absolutos, independentes dos fenômenos, ou da distinção entre matéria e energia. 

Nascido em 1879, na cidade alemã de Ulm e morto no ano de 1955 em Princeton Estados Unidos. Esse judeu cidadão do mundo tornou-se a maior celebridade científica de todos os tempos. Sua oposição a toda forma de rigidez mental manifestou-se já na infância. A despeito de ter sido agraciado com o prêmio Nobel de 1922, sua rebeldia, integridade intelectual e o fato de ser judeu obrigaram-no a abandonar a Alemanha durante a ascensão do nazismo. 

Mesmo sem possuir uma sólida formação filosófica, Einstein refletiu com certa profundidade sobre numerosos temas. O impulso mais poderoso que o levou a trabalhar em física teórica, em busca dos fundamentos do universo era, segundo suas palavras, “um sentimento cósmico religioso”. “Tenho a impressão”, escreveu, “de que os hereges de todos os tempos da história da humanidade se nutriam com essa forma superior de religião. Contudo, seus contemporâneos muitas vezes os tinham por suspeitos de ateísmo, e, às vezes também, de santidade”. E prosseguiu: “como poderá se comunicar de homem a homem esta religiosidade, uma vez que ela não permite chegar a nenhum conceito determinado de Deus, a nenhuma teologia? Para mim, o papel mais importante da arte e da ciência consiste em despertar e manter despertado o sentimento desta religiosidade naquele que está aberto a ela.

LIVRO: O Universo ao Lado

A Vida Examinada. Um Catálogo Elementar de Cosmovisões.

Poucas pessoas tem alguma coisa próxima de uma filosofia articulada - pelo menos como demonstrado por grandes filósofos... Mas todos tem uma cosmovisão. Toda vez que qualquer um de nós pensa sobre qualquer coisa - desde um pensamento casual (onde deixei meu relógio?) até a mais profunda questão (quem sou eu?) - estamos operando dentro de um esquema de pensamentos e ações... 

A batalha para descobrir nossa própria fé, nossa própria cosmovisão, nossas crenças sobre a realidade, é o tema deste livro. Para estarmos plenamente conscientes intelectualmente, deveríamos não apenas sermos capazes de apreender as cosmovisões dos outros, mas estarmos conscientes daquela que nos apropriamos, por que a aceitamos e por que à luz de tantas opções pensamos ser ela verdadeira? 

Encorajar-nos a pensar em termos de cosmovisão, isto é, com consciência não apenas do nosso modo de pensar, mas também do modo de pensar das outras pessoas, para que possamos primeiro entender os outros e então estabelecer uma comunicação eficaz em nossa sociedade pluralista... O que está escrito aqui é apenas uma introdução daquilo que pode tornar-se um estilo de vida.

O Autor:

- Dr. James W. Sire é editor sênior da InterVarsity Press e palestrante requisitado em colégios e universidades nos Estados Unidos e Europa. 

Fonte: Das orelhas do próprio livro.

Editora: Editorial Press

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

O religioso e o profano, o sacro e o mundano



A arte profana versus a arte religiosa.

Por arte profana, entenda-se as manifestações artísticas não vinculadas à valores religiosos. Pode abranger diversas expressões artísticas tais como a literatura, a pintura, a escultura, a dramaturgia, a música, a dança, dentre outros. Geralmente, desenvolve-se em ambientes seculares. 

A arte profana visa dá expressão aos sentimentos, sensações, valores e senso estético das pessoas envolvidas, num contexto secular. Considera-se as questões do mundo material de forma objetiva ou subjetiva, sem fazer menção às possíveis intervenções sobrenaturais. É tida como uma arte antropocêntrica, o qual o ser humano está no centro das atenções e discussões.

A arte religiosa, ao contrário, põe o ser humano num papel secundário, geralmente submisso a sua crença religiosa. A arte passa a ser uma expressão de louvor e adoração a uma divindade e, por vezes, à própria religião em si.

A música sacra versus a música mundana

Os pesquisadores divergem a respeito do que seja realmente a música sacra. Geralmente ela é conceituada como musicalidade não profana, criada para animar os sentimentos humanos da natureza do sagrado e da espiritualidade. Em resumo, música sacra é somente aquela que não é profana.

O uso desse termo foi registrado pela primeira vez na Era Medieval, quando se concluiu que era necessário elaborar uma teoria musical específica para as canções executadas nas missas e na adoração a Deus. Sua expressão mais remota é o canto gregoriano, gênero musical de cunho vocal, composto por uma única melodia.

Pode ser compreendida em sentido mais limitado, denotando a música de natureza erudita inerente à tradição judaico-cristã. Ou ser percebida em seu significado mais amplo, referindo-se a toda música executada nas cerimônias de toda e qualquer religião. Vale lembrar que uma canção ser composta por um autor religioso não a transforma necessariamente em uma música sacra. Assim sendo, embora toda musicalidade sacra seja de teor espiritual, nem toda composição religiosa é uma canção sacra.

Segundo Parcival Módolo diz: “Nesse caso, porém o conceito de Música Sacra terá que ser adaptado a cada cultura: ela será diferente da música secular de um povo”.

Parcival cita a música trazida ao Brasil pelos missionários norte americanos no século XIX. “Alguns daqueles hinos eram canções folclóricas do seu país – profanas, portanto- e com texto adaptado.” Essas músicas foram aceitas sem restrições como sacra pelo povo brasileiro visto que era um tipo de música diferente do que eles vivenciavam na época.

Foi difícil para as igrejas evangélicas brasileiras aceitarem, em seus cultos, instrumentos como o violão, guitarras e baterias, e até o piano. A razão disso era o que estes instrumentos evocavam, em relação ao profano, conforme a sua época. Por exemplo: o piano, nas décadas de 50 e 60 estava associado aos clubes e bares. O violão, nas décadas de 60 e 70, estava associado à música boemia. Guitarras e baterias, mais recentemente, são associadas com a música, postura e ideologia secular, profana portanto, havendo resistências para serem aceitas nos cultos religiosos.

Na atualidade, quanto aos instrumentos de orquestra isso já é mais difícil de acontecer, visto que estes tendem a ser mais associados à sua elegância, exuberância e solenidade. Assim, termina sendo uma questão de interpretação e questão de gosto apenas.

(Texto Pesquisado na Internet)

O religioso facilmente se escandaliza porque a religiosidade é fraca


Por Levi Costa 

A religiosidade é tão fraca que com tudo se escandaliza. Foi o que aconteceu na casa do fariseu Simão, quando a mulher lava os pés de Jesus com as próprias lágrimas e as enxuga com seus cabelos (Lc 7.37,38), aí o fariseu pensou consigo: "Se este fora profeta, bem saberia quem e qual é a mulher que lhe tocou, pois é uma pecadora..." (Lc 7.39b). 

De pronto, o religioso fariseu julga e condena a mulher, disse ele: "pois é uma pecadora...", alem disso, ainda duvidou que Jesus fosse um legítimo profeta, pois, pensou consigo, se Jesus fosse um verdadeiro profeta de Deus, não deixaria uma pecadora lhe tocar. 

A lição de Jesus para Simão foi perdoar aquela mulher, Jesus disse: "Por isso te digo que os seus muitos pecados lhe são perdoados, porque muito amou; mas aquele a quem pouco é perdoado pouco ama. E disse-lhe a ela: Os teus pecados te são perdoados." (Lc 7.47,48).

Isso ainda rendeu mais para Jesus por parte dos demais participantes da mesa em casa de Simão, estes disseram de Jesus: "E os que estavam à mesa começaram a dizer entre si: Quem é este, que até perdoa pecados?" (Lc 7.49). 

Jesus não se dirige a eles, mas, novamente, à mulher, a quem Ele deu mais importância naquele momento e completa o que iniciara anteriormente : "E disse à mulher: A tua fé te salvou; vai-te em paz." (Lc 7.50). 

É assim que costuma proceder o religioso, ou seja, ele exclui as pessoas em nome das normas e regras da sua religião porque tais regras tem mais valor para ele do que a vida das pessoas as quais ele condena. Foi nesse contexto que Jesus já havia dito anteriormente: "E bem-aventurado é aquele que em mim se não escandalizar" (Lc 7.23).

terça-feira, 20 de setembro de 2016

LIVRO: Introdução à Filosofia - Uma perspectiva cristã

No decurso da história, a filosofia tem tido um relacionamento de amor-ódio com o cristianismo e a teologia cristã. Alguns têm considerado a filosofia como sendo a ferramenta do diabo, e ecoam a pergunta de Tertuliano: "O que Atenas e Jerusalém têm a dizer uma à outra?". Não sentimos qualquer impulso ou para glorificar a filosofia, ou para vilipendiar a filosofia. Sua constante existência entre as ciências humanas é testemunho suficiente da sua importância. 

Este livro é uma introdução valiosa à matéria frequentemente complexa e difícil da filosofia. Os autores apresentam as questões a muito debatidas, bem como as discussões atuais entre os filósofos. Geisler e Feinberg desenvolvem os aspectos gerais da filosofia e, o tempo todo, mantêm uma posição claramente cristã. 

De fato, Geisler e Feinberg asseveram que um dos benefícios da filosofia é confirmar o caráter razoável do cristianismo. A filosofia, então, tanto "desafiará como contribuirá ao entendimento da fé (da pesso), [...] o cristianismo pode vencer todos os desafios intelectuais lançados contra ele". Introdução à Filosofia fornece aos estudantes não somente os fundamentos da filosofia, mas também a musculatura intelectual para defender sua fé cristã e suas convicções éticas.

O texto é dividido em cinco seções principais: Parte 1 - Introdução à Filosofia; Parte 2 - O que É o Conhecimento?; Parte 3 - O que É a Realidade?; Parte 4 - O que É a Realidade Ulterior?; Parte 5- O que É Bom ou Certo?

Os Autores:

- Norman L. Gaisler, é professor de Teologia Sistemática no Seminário Teológico de Dallas. Foi Presidente da Divisão de Filosofia da Religião na Trinity Evangelical Divinity School. E autor de vários outros livros.

- Paul D. Feinberg, professor de Teologiaq Bíblica e Sistemática na Trinity Evangelical Divinity School. O Dr. Feinberg escreve para muitos periódicos especializados.

Fonte: Da apresentação do próprio livro e da contra capa do mesmo.

Editora: Edições Vida Nova

Conheça outros livros AQUI>>

O FILÓSOFO E DEUS - V

5º - Freud 

Se houvesse analisado a obra de Newton como fez com a de Leonardo da Vinci, Sigmund Freud, o fundador da psicanálise, certamente teria interpretado a concepção teológica newtoniana como conseqüência de um “complexo paterno”. E provavelmente estaria com a razão. O problema é que, para Freud, toda e qualquer concepção religiosa era fruto do “complexo paterno”. Ao escrever sobre a origem psíquica da ideia religiosa, Freud as tratou como “ilusões, realizações dos mais antigos, fortes e prementes desejos da humanidade”. E explicou: “... a impressão terrificante de desamparo na infância despertou a necessidade de proteção, a qual foi proporcionada pelo pai. Desta vez, porém, um pai mais poderoso”.

Nascido em Freiberg, hoje Príbor, na atual República Checa, em 1856, e morto em Londres, no ano de 1939, o judeu de cultura alemã Sigmund Freud formou sua visão de mundo num meio cultural dominado pelo paradigma mecanicista. Mais exatamente, numa das suas versões tardias, o positivismo cientificista do século 19, para o qual só existe um tipo de conhecimento possível e verdadeiro: o da ciência. Começamos a perceber hoje que, por mais geniais e revolucionários que tenham sido suas teorias sobre a estrutura dinâmica da psique, elas não ultrapassam os grandes marcos paradigmáticos estabelecidos por Galileu, Descartes e Newton. 

Não é muito difícil perceber que o ateísmo radical de Freud, tão em voga entre os pensadores do final do século 19 (Max, por exemplo), tem suas raízes na separação entre Deus e o mundo postulados pelos fundadores da ciência moderna. Quanto ao “complexo paterno” de que fala Freud, não resta dúvida que ele influencia (sobredetermina) em larga medida as concepções religiosas da humanidade. Mas daí a dizer que constitui sua causa única ou mesmo principal é outra história. Por outro lado, seria o caso de perguntar se o ateísmo de Freud não é também causado, no nível psicológico, por uma revolta bastante edipiana contra a figura do pai.

Conheça outros AQUI>>

segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Há tempo de nascer, e tempo de morrer...


Por Levi Costa 

Existe duas datas que nos marcam profundamente e para sempre nessa nossa existência, a saber:

- O dia do nascimento, é o inicio de tudo, é quando passamos a existir neste mundo, quando tomamos parte com os demais que já haviam chegado por aqui antes de nós, os nossos semelhantes.

- O dia da morte, é o encerramento da nossa participação no palco desta vida. Agora só resta história, a nossa história de vida que será contada por aqueles que continuarão depois de nós, em especial aqueles que surgiram a partir de nós, que, por sua vez, darão continuidade nessa história que teve data para começar e que agora termina. Contudo, continuaremos neles e através deles, não em pessoa, mas nas mentes e nos corações que continuam nos dando abrigo por aqui.

Portanto, essas são as duas datas que nos marcam para sempre: O nascimento e o falecimento. Sabendo que o mais importante não é saber como morreu ou como venha morrer, mas, fundamentalmente, como viveu ou como se está vivendo, afinal, essa será a nossa própria história de vida. 

Vida e morte, realidades inquestionáveis.

Vida e morte, são dois temas recorrentes na fala e nos escritos dos grandes pensadores da humanidade, posto que tudo se resume e se define nesses dois fatos inevitáveis, vida e morte. A vida é fazer parte do mundo, a morte é deixar de fazer parte dele, o mais é apenas história, a história daqueles que já se foram dentre os que ainda continuam por aqui. 

Os vivos começam a morrer exatamente ao nascer, pois o ato de viver é, ao mesmo tempo, um ato de perder a vida, posto que, vivemos uma contagem regressiva a cada segundo que se passa ao longo da nossa existência, é apenas uma questão de tempo do tempo que ainda nos resta. A morte é democrática, ela vem para todos e para qualquer um, nós fazemos parte do todo e somos um com ele. 

Mas a morte é o que se pode chamar de: um mal necessário. Imagine se não houvesse morte, homens como Hitler, e seus assemelhados, ainda estariam por aqui praticando suas insanidades e atrocidades. Com a morte se dissipam toda prepotência, toda pretensão, toda vaidade e todo orgulho daqueles que um dia foram e agora já não são mais. 

Um ideal de vida para viver

Todos nós devemos ter um ideal de vida para viver, viver por um ideal! Porque viver, de fato, não se restringe ao ato natural de respirar e expirar. A vida consiste em se observar e explorar o que o mundo à nossa volta nos apresenta. Pelo que observarmos e explorarmos da vida neste mundo, podemos tirar nossas conclusões para aprendermos e crescermos alcançando maturidade e experiência de vida no mundo ao qual estamos inseridos e nele habitamos. Assim, passamos a definir quem somos e como queremos viver neste mundo, o mais, será apenas consequência disso. 

sexta-feira, 16 de setembro de 2016

O FILÓSOFO E DEUS - IV

4º - Newton 

Com Newton, a física moderna e o paradigma mecanicista na qual ela se apóia chegaram à sua suprema realização. A ponto de o filósofo alemão Imanuel Kant ter considerado a física de Newton como sendo a própria ciência. De fato, somente no século 20, com a Teoria da Relatividade (Einstein) e a Teoria Quântica (Bohr, entre outros), os fundamentos da física newtoniana foram postos em xeque. Um dos maiores gênios de todos os tempos, esse inglês neurótico, celibatário, rancoroso e vingativo nasceu no lugarejo de Woolsthorpe, no natal de 1642, e morreu em Kensington, em 1727. 

Entre outras façanhas intelectuais, criou o cálculo diferencial e integral, formulou rigorosamente as três leis fundamentais da mecânica, decompôs experimentalmente a luz branca nas sete cores do arco-íris e, principalmente, estabeleceu a Teoria da Gravitação Universal, cujo enunciado é: “Matéria atrai matéria na razão direta da massa e na razão inversa do quadrado da distância”. Essa teoria unificou a física terrestre de Galileu com a física celeste de Kepler. Embora Newton se dedicasse na intimidade à alquimia e outras disciplinas ocultas, sua visão de mundo pública, derivada de Descartes, era rigorosamente mecanicista. Regido por leis inflexíveis, o universo newtoniano se parece com um imenso relógio de corda. Mas tal mecanismo não é fruto do acaso. “Este magnífico sistema do sol, planetas e cometas”, escreveu Newton, “somente poderia proceder do conselho e domínio de um ser inteligente e poderoso. E, se as estrelas fixas são o centro de outros sistemas similares, estes, sendo formados pelo mesmo conselho sábio, devem estar todos sujeitos ao domínio de alguém”. E acrescentou: “Esse ser governa todas as coisas, não como alma do mundo, mas como senhor de tudo, Senhor Deus Pantokrátor, ou Soberano Universal”. 

O traço mais marcante da concepção teológica de Newton, também presente em Aristóteles e Descartes, é a radical separação entre Deus e o mundo. Este nao é uma emanação ou manifestação do próprio Deus, como ocorre em Avicena, mas sua criação e domínio. A pesar de estar presente sempre e em todos os lugares, Deus governa o mundo, por assim dizer, de fora. Ele não é o ser único de que falou Plotino, mas um ser entre outros: o ser supremo, infinito, eterno e absolutamente perfeito. Entre todos os atributos divinos, a ênfase de Newton recai no poder. A relação do Deus newtoniano com suas criaturas não é uma relação amorosa, mas uma relação de poder. Fruto do “espírito do tempo”, do século 17, de certa leitura do Antigo Testamento e do Apocalipse de São João e, certamente, dos conflitos psicológicos do próprio Newton, seu Deus, embora impessoal, foi concebido à imagem e semelhança de um monarca absolutista.

Conheça outros AQUI>>

quinta-feira, 15 de setembro de 2016

Paulo, um intelectual a serviço de Deus


Por Levi Costa

Paulo, ao discursar no Areópago para alguns dos filósofos epicureus e estoicos, que contendiam com ele dizendo: "Que quer dizer este paroleiro? E outros: Parece que é pregador de deuses estranhos; porque lhes anunciava a Jesus e a ressurreição". (Atos 17.18). Paulo cita o poeta pagão Epimênides, a quem aqueles filósofos areopagitas conheciam muito bem, disse o apóstolo:

"E de um só sangue fez toda a geração dos homens, para habitar sobre toda a face da terra, determinando os tempos já dantes ordenados, e os limites da sua habitação;
Para que buscassem ao Senhor, se porventura, tateando, o pudessem achar; ainda que não está longe de cada um de nós;
Porque nele vivemos, e nos movemos, e existimos; como também alguns dos vossos poetas disseram: Pois somos também sua geração." (Atos 17.26-28)

Busto de Epimênides.
Roma, Museus do Vaticano. 
(Wikipédia)
Essas não são palavras de um profeta judeu, aliás, Paulo em nenhum momento citou os profetas judeus aos atenienses no Areópago, mas citou seus poetas, que, por certo, Paulo os conhecia bem. O Areópago, também conhecido como Colina de Marte, era onde um grupo de atenienses eruditos se reunia para discutir questões de história, religião e filosofia.

Epimênides foi um poeta, filósofo e místico grego, e profeta que viveu em meados dos anos 600 a.C. Paulo, em Tito 1.12cita a obra de Epimênides, "Cretica".

Mas não foi esse o único caso em que Paulo citou o poeta/filósofo Epimênides, ele cita-o também ao escrever sua carta a Tito, ao dizer:

"Um deles, seu próprio profeta, disse: Os cretenses são sempre mentirosos, bestas ruins, ventres preguiçosos." (Tito 1.12).

Ainda num terceiro caso, Paulo cita outro poeta pagão, nesse caso, Menandro, ao dizer:

"Não vos enganeis: as más conversações corrompem os bons costumes." (1 Coríntios 15.33).

Busto de Menandro. 
Cópia romana da original grego
(Wikipédia)
Repito, essas são são palavras de um profeta judeu (como no caso anterior), como alguns possam pensar, são palavras de outro poeta pagão, aqui trata-se de Menandro. 

Menandro (em grego Ménandros; 342 a.C. — 291 a.C.). Filho de Diopeithes, nasceu em Atenas, numa família abastada, recebeu educação bem cuidada. Viveu 52 anos. Menandro escreveu 108 ou 109 comédias, ou, 105 peças, das quais oito ganharam prêmios.

Paulo era um homem culto, um intelectual, e Deus o usou para levá-lo a falar os sábios e entendidos deste mundo. Paulo recebeu sua educação em Tarso, um grande centro que era . Por certo, os jogos realizados em Tarso influenciaram Paulo, pois ele cita-os fazendo comparação com a vida cristã.

Além disso, Deus usou a Paulo para escrever quase a metade do novo Testamento. Pedro fez referência aos escritos de Paulo dizendo haver pontos difíceis de entender, mas acrescenta que foi segundo a sabedoria que Deus lhe deu, assim, Pedro aprovando os escritos e a sabedoria de Paulo (2 Pe 3.16).

Em sua formação teológica, Paulo estudou aos pés de Gamaliel, o maior teólogo dos seus dias, um dos mais sábios e notáveis rabinos daquele tempo. Gamaliel era neto do ainda mais famoso Hilel, grande educador judeu, líder dentre as autoridades do Sinédrio em meados do século I, reconhecido mestre e Doutor da Lei (Torá). Gamaliel destacava-se como grande e tolerante, tinha um padrão de educação mais liberal que as demais escolas rabínicas. 

Paulo era um homem amante dos livros, é tanto que, mesmo estando em uma prisão, ele solicita a seu companheiro e filho na fé, Timóteo, que ao visitá-lo na prisão que trouxesse consigo os livros (pergaminhos já escritos), mas, em especial, os pergaminhos (material para escrita) (2 Tm 4.13). Como pode uma pessoa com certa idade, saúde debilitada, em uma prisão, prestes a ser sentenciado à morte, ainda pensar em ler e escrever? Só mesmo muito apresso por essas coisas. Sim, esse era o grande apóstolo paulo.

Paulo era também um poliglota, ele falava os principais idiomas de sua época, ou seja, ele falava o hebraico, a língua religiosa; falava o aramaico, uma vertente do hebraico; falava o grego, a língua universal daquela época e, provavelmente, ainda falava o latim, a língua do Império Romano, Paulo era um cidadão romano.

Contudo, concluo com as palavra do próprio Paulo ao dizer: 

''Mas pela graça de Deus sou o que sou; e a sua graça para comigo não foi vã, antes trabalhei muito mais do que todos eles; todavia não eu, mas a graça de Deus, que está comigo."
(1 Coríntios 15.10)

Paulo era, portanto, um intelectual a serviço do Reino de Deus.

quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Disciplinas filosóficas


A filosofia é geralmente dividida em áreas de investigação específica. Em cada área, a pesquisa filosófica dedica-se à elucidação de problemas próprios, embora sejam muito comuns as interconexões. As áreas tradicionais da filosofia são as seguintes:

Metafísica: ocupa-se da elaboração de teorias sobre a realidade e sobre natureza fundamental de todas as coisas. O objetivo da metafísica é fornecer uma visão abrangente do mundo – uma visão sinóptica que reúna em si os diversos aspectos da realidade. Uma das subáreas da metafísica é a ontologia (literalmente, a ciência do "ser"), cujo tema principal é a elaboração de escalas de realidade. Nesse sentido, a ontologia buscaria identificar as entidades básicas ou elementares da realidade e mostrar como essas se relacionam com os demais objetos ou indivíduos - de existência dependente ou derivada.

Epistemologia, ou teoria do conhecimento: é a área da filosofia que estuda a natureza do conhecimento, sua origem e seus limites. Dessa forma, entre as questões típicas da epistemologia estão: “O que diferencia o conhecimento de outras formas de crença?”, “O que podemos conhecer?”, “Como chegamos a ter conhecimento de algo?”.

Lógica: é a área que trata das estruturas formais do raciocínio perfeito – ou seja, daqueles raciocínios cuja conclusão preserva a verdade das premissas. Na lógica são estudados, portanto, os métodos e princípios que permitem distinguir os raciocínios corretos dos raciocínios incorretos.

Ética, ou filosofia moral: é a área da filosofia que trata das distinções entre o certo e o errado, entre o bem e o mal. Procura identificar os meios mais adequados para aprimorar a vida moral e para alcançar uma vida moralmente boa. Também no campo da ética dão-se as discussões a respeito dos princípios e das regras morais que norteiam a vida em sociedade, e sobre quais seriam as justificativas racionais para adotar essas regras e princípios.

Filosofia política: é o ramo da filosofia que investiga os fundamentos da organização sociopolítica e do Estado. São tradicionais nessa área, as hipóteses sobre o contrato original que teria dado início à vida em sociedade, instituído o governo, os deveres e os direitos dos cidadãos. Muitas dessas situações hipotéticas são elaboradas no intuito de recomendar mudanças ou reformas políticas aptas a aproximar as sociedades concretas de um determinado ideal político.

Estética, ou filosofia da arte: entre as investigações dessa área, encontram-se aquelas sobre a natureza da arte e da experiência estética, sobre como a experiência estética se diferencia de outras formas de experiência, e sobre o próprio conceito de belo.

Metafilosofia: é a "filosofia da filosofia". Procura determinar, entre outras coisas, o que é, suas limitações e o objetivo da filosofia enquanto ramo do saber humano.

Fonte: Wikipédia

terça-feira, 13 de setembro de 2016

LIVRO: As grandes questões sobre a fé

Respostas às perguntas que você sempre fez, mas ninguém respondeu. (Teologia e Filosofia).

Apresentação:

Há dezoito séculos, o grande teólogo cristão Tertuliano escreveu: 

"A partir do momento em que começamos a fruir de Cristo Jesus, abandonamos a busca e a indagação não há mais necessidade de investigação depois que provamos o evangelho! Com nossa fé, não desejamos mais nenhuma crença. Pois esta é nossa fé primordial: a de que não há nada mais em que devemos crer".

Desde que Tertuliano esboçou essas palavras - lembrando que ansiava por ver os filósofos pagãos arderem no dia do Juízo Final - , muitos cristãos concordam com ele. Se temos fé em Cristo, de que mais precisamos? Mas há muitos outros que, embora compartilhem a crença de Tertuliano, segundo a qual a fé em Cristo é tudo de que alguém precisa para alcançar a salvação, rejeitam a conclusão a que chegou o teólogo, a de que, por conta disso, não há proveito algum em levantar questionamentos sobre quaisquer outros temas. Mais de mil anos depois de Tertuliano, o teólogo dominicano Tomás de Aquino, observou:

"Dentre todas as atividades humanas, o desejo de perseguir a sabedoria é a mais perfeita, a mais sublime, a mais útil e a mais agradável... 

Ao longo da história da igreja, os cristãos que tomaram partido das posições de Tomás de Aquino, em detrimento da opinião de Tertuliano, viram-se diante de questões e procuraram resolve-las em relação à sua fé. Grandes questões que aguçam a mente de filósofos há milênios. Nesta obra alegre e agradável, Jonathan Hill concentra o foco na maneira como os pensadores cristãos tem lidado com esses temas ao longo dos séculos. 

O texto não pretende chegar a uma conclusão final; seu propósito é o de capacitar os leitores a pensar de modo construtivo por conta própria, em vez de apresentar uma filosofia pré-fabricada. As grandes questões sobre a fé agradará todos aqueles que desejam, tal como as mentes mais brilhantes, refletir, por conta própria, sobre questões fundamentais.

Fonte: Da apresentação do próprio livro e da contra capa do mesmo.

Editora: Thomas Nelson Brasil

O autor: Jonathan Hill - Mestre em Teologia pela Universidade de Oxford. Entre os livros que publicou estão: História do Pensamento Cristão e O que o Cristianismo Fez Por Nós?